Hanseníase é tema de curso em Angra
Capacitação foi regionalizada com os municípios de Mangaratiba e Paraty
19 de julho de 2013
A Secretaria de Saúde de Angra dos Reis, por meio do Programa de Combate à Hanseníase, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, realizou nesta sexta-feira, 19, no Centro de Estudos Ambientais (CEA), o Curso de Capacitação em Hanseníase. A capacitação foi voltada para todos os profissionais de nível superior da rede básica (médicos, enfermeiros, dentistas e fisioterapeutas do Núcleo de Atenção à Saúde da Família - Nasf).
O curso foi ministrado pela médica Maria Eugênia Noviski Gallo, da Gerência de Dermatologia Sanitária da Secretaria de Estado de Saúde, e regionalizado com os municípios de Mangaratiba e Paraty. A capacitação está de acordo com a Portaria 3.125 de 7 de outubro de 2010, que preconiza as diretrizes para a vigilância, atenção e controle da hanseníase, visando o fortalecimento das ações. A descentralização das atividades é fator primordial para a detecção de novos casos. O Ministério da Saúde tem o compromisso de eliminação da hanseníase como problema de saúde pública até 2015.
A ideia é chegar a menos de um caso por 10 mil habitantes. Em 2010, o Brasil apresentou 1,56 casos para cada 10 mil habitantes, correspondendo a 29.761 casos em tratamento.
Nesse mesmo ano, o Brasil detectou 34.894 casos novos de hanseníase, correspondendo a um coeficiente de detecção geral de 18,2/100.000 habitantes. A doença tem transmissão aérea e um período de incubação muito longo, podendo chegar a dez anos. Com a descentralização, o paciente tem maior facilidade de acesso e adesão ao tratamento, enquanto o profissional treinado possui mais segurança para a detecção precoce de novos casos e um diagnóstico em tempo hábil, evitando assim surgimentos de novos casos.
O curso foi ministrado pela médica Maria Eugênia Noviski Gallo, da Gerência de Dermatologia Sanitária da Secretaria de Estado de Saúde, e regionalizado com os municípios de Mangaratiba e Paraty. A capacitação está de acordo com a Portaria 3.125 de 7 de outubro de 2010, que preconiza as diretrizes para a vigilância, atenção e controle da hanseníase, visando o fortalecimento das ações. A descentralização das atividades é fator primordial para a detecção de novos casos. O Ministério da Saúde tem o compromisso de eliminação da hanseníase como problema de saúde pública até 2015.
A ideia é chegar a menos de um caso por 10 mil habitantes. Em 2010, o Brasil apresentou 1,56 casos para cada 10 mil habitantes, correspondendo a 29.761 casos em tratamento.
Nesse mesmo ano, o Brasil detectou 34.894 casos novos de hanseníase, correspondendo a um coeficiente de detecção geral de 18,2/100.000 habitantes. A doença tem transmissão aérea e um período de incubação muito longo, podendo chegar a dez anos. Com a descentralização, o paciente tem maior facilidade de acesso e adesão ao tratamento, enquanto o profissional treinado possui mais segurança para a detecção precoce de novos casos e um diagnóstico em tempo hábil, evitando assim surgimentos de novos casos.