Prefeitura de Angra e Estado definem início do projeto de saneamento na Ilha Grande

Reunião entre município e órgão estadual também tratou sobre o licenciamento de obras no Rio Mambucaba

04 de agosto de 2026

Em mais uma rodada das tratativas entre a Prefeitura de Angra e a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, o prefeito Claudio Ferreti se reuniu com o secretário Rodrigo Mascarenhas, no Rio de Janeiro, nessa segunda-feira, 3 de agosto. No encontro, foi definido que até o dia 15 de setembro desse ano será iniciado o processo de licitação das obras de saneamento da Vila do Abraão e do Saco do Céu, na Ilha Grande.

 

Acompanhado pelo secretário extraordinário de Infraestrutura, Alan Bernardo, pelo presidente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), Felipe Larrosa, e pelo superintendente executivo do SAAE, Alexandre Giovanetti, o prefeito considerou positivo o resultado da reunião:

 

— Avançamos em alguns projetos que precisamos colocar em prática, na realidade de Angra dos Reis, e recebemos essa boa notícia sobre a o saneamento básico na Vila do Abraão. É uma obra importante e muito esperada pelos moradores da nossa Ilha Grande.

 

Além do esgotamento sanitário, a Vila do Abraão aguarda autorização para alterar o local do transbordo dos resíduos sólidos da Ilha, atualmente realizado próximo ao principal cais de entrada da localidade. 

 

— Com a concretização desse projeto, poderemos mudar a realidade na chegada à ilha, com uma experiência mais agradável para moradores e turistas e o tratamento e transbordo mais adequado dos resíduos sólidos – explicou Felipe Larrosa.

 

O secretário de Infraestrutura, Alan Bernardo, relembrou ao secretário de Estado do Ambiente as demais obras prioritárias que aguardam licenciamento do INEA: o enrocamento da foz e desassoreamento do Rio Mambucaba, essencial para reduzir os riscos de alagamento na localidade, e as intervenções do programa Mais Água em Angra na Vila do Abraão, que preveem a construção de três estações de tratamento de água na ilha.

 

— São obras que só dependem desse licenciamento para começar. No caso do Mais Água, temos os projetos prontos, equipamentos comprados e os recursos destinados. Só precisamos desse aval do INEA. Nessa reunião, pudemos avançar nas tratativas com Estado, esclarecer alguns pontos e dar mais um passo para que as intervenções possam ser iniciadas – concluiu Bernardo.