Volta às aulas programada para o dia 17 de agosto

O retorno, inicialmente, será apenas para estudantes dos ensinos fundamental e médio

Quarta-Feira, 08/07/2020 | Superintendência de Comunicação .

O prefeito, ao lado da secretária de Educação e da presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal, participou na terça-feira (7) de uma reunião, no Centro de Estudos Ambientais (CEA), com os proprietários de escolas particulares do município. Do encontro saiu a data provável para o retorno das aulas presenciais, em Angra dos Reis, para os estudantes dos ensinos fundamental e médio.
Assim como outros setores da economia, a educação também tem sido bastante afetada pela pandemia do novo coronavírus. Um dos maiores receios dos empresários é de que os pais retirem os filhos das escolas. A secretária de Educação então lembrou que os que fizerem isso podem ser penalizados, pois é crime de abandono intelectual manter crianças e adolescentes de 4 a 17 anos fora da escola, sem justa causa.
Em seguida houve um “debate” sobre quando seria a data ideal para o retorno das aulas presenciais. Chegou-se então a um consenso, com o prefeito e com a secretária de Educação, para a volta dos estudantes dos ensinos fundamental e médio, tanto da rede privada quanto das redes municipal e estadual. A data escolhida foi 17 de agosto, mas foi deixado claro que tudo vai depender dos números da pandemia na cidade. Caso eles voltem a subir, esse retorno pode ser adiado.
- O plano de retomada das aulas é de território, então serve para a rede privada, municipal e estadual. A data só poderá de fato ser definida com o aval da autoridade sanitária municipal, que no caso é o secretário municipal de saúde. – explicou a secretária de Educação.
Com o objetivo de garantir uma volta às aulas em segurança para seus alunos, os donos das escolas entregaram ao prefeito um documento com sugestões de protocolos a serem seguidos nas unidades.
Quanto à educação infantil, ficou acertado que será realizada uma nova reunião dos proprietários de escolas com os secretários de Educação e Saúde. Esse caso é mais delicado por se tratar de crianças pequenas, sem autonomia, o que poderia acarretar mais riscos tanto para os pequenos quanto para os profissionais.