Prefeitura adere ao ato em defesa do emprego

Abraço simbólico ao BrasFels será sábado e prefeito vai a Brasília tentar reverter a situação das plataformas da Sete Brasil abandonadas no estaleiro

Terça-Feira, 03/10/2017 | Superintendência de Comunicação

A Prefeitura está apoiando o movimento “União pelo Emprego”, que mobilizou associações de moradores, igrejas, sindicatos, comércio, entre outros. Na tarde desta segunda-feira (2), no auditório da Defesa Civil, o prefeito Fernando Jordão, acompanhado do seu secretário de Governo e Relações Institucionais, Marcus Veníssius Barbosa, se reuniram com a comissão organizadora do ato em defesa do BrasFels, marcado para o próximo sábado (7), a partir das 9h, na portaria do estaleiro.
Na ocasião será dado um abraço simbólico na empresa e como abertura do evento, será realizada uma celebração ecumênica. O presidente da Câmara Municipal, José Augusto e os demais vereadores estavam no encontro, que foi mediado pelo presidente da Fundação dos Trabalhadores do Estaleiro Verolme (Funtresv) e do Sindicato de Marinas do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Neves Figueiredo.
O movimento está sendo realizado para chamar a atenção da sociedade e, principalmente, do governo federal, para a atual situação do estaleiro BrasFels, que poderá iniciar o próximo ano com apenas 400 trabalhadores. Atualmente a empresa emprega 2.800 metalúrgicos e tem em seus pátios quatro plataformas da Sete Brasil paradas. Uma delas, com 94% de sua obra concluída, outra com 70%, a terceira com 40% e a última com o projeto pronto. Essas obras garantiriam 3 mil empregos imediatos por cinco anos.
Fernando Jordão e Marcus Veníssius estarão em Brasília nesta terça-feira (3) para dar prosseguimento às conversas iniciadas em duas reuniões com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, em agosto e em setembro, quando Maia tinha assumido interinamente a cadeira de presidente da República. O prefeito solicitou a intervenção de Maia junto ao presidente Michel Temer, para que a Petrobras volte a investir nas obras inacabadas da Sete Brasil.
Além da Prefeitura, da Câmara e da Funtresv, estão apoiando o movimento ainda o Sindicato dos Vigilantes, Sindpetro, Sindicato dos Rodoviários, diversas associações de moradores, igrejas católicas e evangélicas, comerciantes, clubes e hotéis, entre outros.