CEF aprova condomínio da Jacuecanga

Representante avaliou positivamente o conjunto vertical construído pelo Programa Habitacional Popular

Quarta-Feira, 28/02/2007 | Superintendência de Comunicação .

     A assistente social da Caixa Econômica Federal (CEF), Lenita Laus Ângelo, esteve na última terça-feira (27) na cidade para avaliar as obras do conjunto habitacional da Jacuecanga. A visita de Lenita faz parte do acompanhamento social do Programa Habitacional Popular - elaborado pela Prefeitura e que conta com recursos federais – que, além de fornecer moradia para famílias carentes, também realiza um trabalho de qualificação profissional e inclusão social dos moradores. A visita foi acompanhada pelo secretário de Habitação, Arthur Jordão Scapin Costa, o Tuca, pelo vereador Essiomar Gomes e pelos futuros moradores do conjunto.
     Lenita explicou que seu trabalho consiste na vistoria técnico-social da obra, para a posterior liberação dos recursos pela CEF. “Acompanhamos os relatórios mensais enviados pela Prefeitura e sempre que podemos fazemos essas visitas”, disse ela. A assistente social elogiou o projeto escolhido para Angra, que prevê a construção de condomínios verticais - “é um projeto pioneiro e pouco visto no País” - e afirmou que sua única preocupação é garantir a harmonia dos moradores. “Eles têm que entender que conviverão em áreas comuns e ficarão responsáveis pelo pagamento de taxas, eleição de síndicos e outras tarefas comuns em condomínios”, salientou.
     De acordo com Tuca, a verticalização das moradias é uma necessidade imposta pelas características de Angra, que possui poucas áreas planas para construções de conjuntos habitacionais. Ele contou que a principal preocupação da secretaria era com a qualidade da obra. “São apartamentos de ótimo padrão, que terão, entre outras coisas, piso de cerâmica, pia em granito e esquadrias de alumínio“, enumerou, lembrando que o projeto foi duramente criticado pelo alto valor, mas que está feliz com o resultado. “São imóveis dignos de qualquer família morar, independente de sua renda”, completou, lembrando que cada unidade – com sala, dois quartos, cozinha e banheiro – está avaliada em R$ 34 mil.
    O conjunto de Jacuecanga recebeu do governo federal, através do Ministério das Cidades, R$ 487,5 mil, e da Prefeitura, R$ 650 mil. A verba foi oriunda de emenda do senador Marcelo Crivella ao Orçamento da União destinada exclusivamente à construção de casas populares. A solicitação da verba foi feita pela vereadora Vilma dos Santos. Cada unidade, com sala, dois quartos, cozinha e banheiro, que têm, entre outras coisas, piso de cerâmica, pia em granito e esquadrias de alumínio, está avaliada em R$ 34 mil. 

INCLUSÃO SOCIAL E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL
    

 Uma das características do Programa Habitacional Popular de Angra, criado pela Secretaria de Habitação, é o trabalho de inclusão social e qualificação profissional realizado pelas assistentes sociais da secretaria. “O projeto prevê, além da doação das moradias, a inclusão social das famílias, com incentivo à convivência com cidadania”, explicou Júlia Maria de Souza, que realiza, juntamente com Cristina Silva Pereira, o trabalho de assistência social da Prefeitura às famílias. “Além dos cursos, também temos palestras com biólogos, que falam da importância de se preservar o meio-ambiente, e advogados, que explicam as leis dos condomínios”, completou Júlia.
     O secretário de habitação lembrou que todas as famílias contempladas possuem renda mensal de até três salários mínimos e foram escolhidas pela prefeitura depois de meses de análise dos cadastros. “Nossa política busca contemplar quem realmente precisa, e o acompanhamento social, realizado pelas assistentes, é muito elogiado pelas famílias”, afirmou Tuca.

 

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